Aqui sabemos verdadeiramente o nosso papel dentro desse contexto cheio de adversidades chamado de "SOCIEDADE". Mulher a frente de seu tempo, com pensamentos ardentes, simples, banais,cruciais...mulher amante que diz sim e diz não! Ama verdadeiramente livre de conveniências, de feminismos imbecis!!Tão somente assume seu impactante know how nesse emaranhado da vida...
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Às folhas tantas Do livro matemático Um Quociente apaixonou-se Um dia Doidamente Por uma Incógnita. Olhou-a com seu olhar inumerável E viu-a, do Ápice à Base, Uma Figura Ímpar; Olhos rombóides, boca trapezóide, Corpo otogonal, seios esferóides. Fez da sua Uma vida Paralela a dela Até que se encontraram No Infinito. "Quem és tu?"indagou ele Com ânsia radical. "Sou a soma dos quadrados dos catetos. Mas pode me chamar de Hipotenusa." E de falarem descobriram que eram – O que, em aritmética, corresponde A almas irmãs – Primos-entre-si. E assim se amaram Ao quadrado da velocidade da luz Numa sexta potenciação Traçando Ao sabor do momento E da paixão Retas, curvas, círculos e linhas sinoidais. Escandalizaram os ortodoxos das fórmulas euclideanas E os exegetas do Universo Finito. Romperam convenções newtonianas e pitagóricas. E, enfim, resolveram se casar Constituir um lar. Mais que um lar, Uma perpendicular. Convidaram para padrinhos O Poliedro e a Bissetriz. E fizeram planos, equações e diagramas para o futuro Sonhando com uma felicidade Integral E diferencial. E se casaram e tiveram uma secante e três cones Muito engraçadinhos E foram felizes Até aquele dia Em que tudo, afinal, Vira monotonia. Foi então que surgiu O Máximo Divisor Comum Freqüentador de Círculos Concêntricos. Viciosos. Ofereceu-lhe, a ela, Uma Grandeza Absoluta, E reduziu-a a um Denominador Comum. Ele, Quociente, percebeu Que com ela não formava mais Um Todo, Uma Unidade. Era o Triângulo, Tanto chamado amoroso. Desse problema ela era a fração Mais ordinária. Mas foi então que o Einstein descobriu a Relatividade E tudo que era expúrio passou a ser Moralidade Como, aliás, em qualquer Sociedade.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
kkkkkkkkkkk
ResponderExcluirNossa, parabéns.
Ficou muito interessante. Poxa, várias palavras aí que a tempos que nem ouvia falar... =/
ahusahsuhaushas
História das não é só delas, é também aquela família, da criança, do trabalho, da mídia, da literatura. É a história do seu corpo, da sua sexualidade, da violência que sofreram e que praticaram, das suas loucuras, dos seus amores e dos seus sentimentos.
ResponderExcluirTodas permitem voltar ao passado em todas as suas trajetórias de valores, costumes, e outros como: através de imagem, diários, fotos, cartas, testamentos, relatórios médicos e policiais, pinturas. Com o passar do tempo ganham visibilidade por meios de manifestos, livros de sua própria autoria, das revistas que lhe são diretamente dirigidas, movimentos de sindicatos e mídia cada vez mais presentes, movimentos políticos e sociais dos quais estão participando hoje.
Enfim, toda história da mulher que foi e está sendo construída inspira ideal, poder, conquistas e sonhos, etc...
Autora: A.A.F
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluirDesculpe mas tenho uma observação a fazer: a hipotenusa não é a soma dos quadrados dos catetos, a hipotenusa ao quadrado que é a soma dos quadrados dos catetos. A Ju que falou.
ResponderExcluirObrigada
Errada! Segundo Pitágoras a soma dos quadrados dos catetos é que é igual ao quadrado da hipotenusa. Mas a funçao do artigo não é determinar as relações entre os lados de um triângulo retângulo e sim dar uma visão abrangente e inovadora sobre relacionamentos.
ResponderExcluir